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Paulo Morais: Há editoras que controlam os governantes

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O Estado está obrigado, por lei, a ter em todas as escolas públicas bancos para troca de livros. E isso não acontece, "porque as editoras, Leya, Porto Editora e Santillana, controlam os governantes, são elas quem decide a política de manuais escolares e os preços", denúncia de Paulo Morais no debate com Marcelo.

ACTUALIZAÇÃO: 30-03-2016
A Porto Editora apresentou uma queixa-crime contra Paulo de Morais por “prejuízo ao bom nome e reputação da empresa” ao associar a editora a corrupção e cartelização do mercado de manuais escolares.

"Mantenho tudo o que disse então. Nestas e noutras matérias, continuarei livremente a exprimir a minha opinião; e a denunciar situações de delapidação de dinheiros públicos e de extorsão de recursos às famílias. Os factos são objectivos e estão documentados. A minha opinião expresso-a no exercício de um direito constitucionalmente consagrado, o de liberdade de expressão. Quanto a esta (e outras) queixas, defender-me-ei no local próprio, como tenho feito até aqui". (Paulo Morais)


ACTUALIZAÇÃO: 09-12-2016
Paulo Morais acusado por ofensa à Porto Editora.
(Lusa) – O Ministério Público deduziu acusação contra o ex-candidato à Presidência da República Paulo de Morais pelo crime de ofensa à Porto Editora, dizendo o também professor universitário à Lusa que vai pedir a instrução do processo.

"Não retiro nada do que disse até hoje e continuarei a falar até que o problema [dos manuais escolares] se resolva. Continuarei a denunciar o cartel dos livros escolares no uso dum direito constitucional: o de liberdade de expressão". (Paulo Morais)

Últimas: Paulo Morais derrota Porto Editora na justiça

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