30.8.14

Angola esse país único!

. 30.8.14




Angola

Enorme e gigantesco país Africano rico de tudo, até de situações inacreditáveis

Estivemos por lá como colonialistas (?) durante muitos anos. No 25 de Abril e após uma dura guerra colonial, provocada é certo, pela teimosia de Oliveira Salazar, de lá fomos expulsos, de uma forma vexatória, (com o rabo entre as pernas...), passe a expressão, mas assim foi, porque a situação na altura, foi devidamente e meticulosamente programada por vários responsáveis de então ligados ao PCP e não só, (uns já falecidos, que Deus os tenha em paz, se por lá encontrar uma nesga para os colocar) e ainda, por outros que, ainda hoje se pavoneiam por aqui no "PUTO" mandando volta e meia uns bitaites, como se nada fosse!

Isto vem a propósito e será fundamental recordarmo-nos que, os malditos colonizadores do povo Angolano (nós portugueses) por lá deixamos:


Estradas, Escolas,Hospitais, Universidades, Barragens, Pontes como poucas em ( dimensão) pela África, Aeroportos e Aeródromos, Portos de mar ( vários) Cidades, saneamento e electricidade por grande parte do território, avenidas de arregalar o olho em várias cidades angolanas… 





Pois, ” NÓS” fomos os colonizadores exploradores do pobre povo angolano…! Por isso de lá fomos corridos que nem cães vadios, deixando tudo para trás as habitações, Industria pesada, Pesca, Conservas, Fábricas de todo o género e para todos os fins, Centrais de fabrico de cerveja  ( roubadas logo a seguir  pelos Cubanos, que fizeram em Angola o que estão a fazer em Venezuela),  Caminho de ferro, grandes fazendas de produção de café e demais agro-pecuária, etc, etc...E tal. 

Não vale a pena enumerar, aquilo que foi criado pelos malditos colonos de Angola!

Entretanto leio esta notícia:
A filha do presidente de Angola é a primeira mulher bilionária africana (1. 000 milhões de dólares).
Por coincidência venho a ler…“A UNICEF precisa de 4 milhões de dólares para salvar as crianças angolanas subnutridas.”

Naturalmente me restará fazer uma pergunta muito simples:

Afinal quem foram, ou são, os Colonizadores de Angola? 
A resposta no fundo da consciência de cada um, será vossa!



Nota
Eu, que escrevo este texto, não sou repatriado de Angola, nem de nenhuma Província Ultramarina, fique claro, ou seja, como alguns "esquerdalhos" costumam apelidar, não sou um retornado saudosista, pois nunca lá estive!
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O mundo subaquático

Filmagens por Joel Penner, com câmera 'Canon 1DC' em "4K Ultra High Definition". As imagens subaquáticas foram captadas em Bonaire, México Cenotes, Isla Mujeres, e de Komodo, na Indonésia.
A 'Canon 1DC' foi alojada num "Nauticam 1DC ​​/ 1DX Habitação".



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O nosso maravilhoso mundo - Jean Michel Jarre

Jean Michel Jarre - Beautiful Planet Earth [HD] - Music: Jean Michel Jarre

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Alpes Austríacos: coloquem o cinto e aí vamos nós!


O piloto da Red Bull Força Aérea, Hannes Arch, leva-nos num passeio brutal sobre a bela paisagem dos Alpes austríacos. Preparem-se, coloquem o cinto e aí vamos nós!

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29.8.14

Portugueses Gloriosos - O Alcaide do Castelo de Faria

. 29.8.14

O castelo de Faria já não existe, como Herculano informa no texto.
Este é o castelo de Montalegre; um castelo medieval da época do castelo de Faria


O CASTELO DE FARIA (1373)

Do livro de Alexandre Herculano "Lendas e Narrativas"

O castelo de Faria, com suas torres e ameias, com a sua barbacã e fosso, com seus postigos e alçapões ferrados, campeou aí como dominador dos vales vizinhos. Castelo real da Idade Média, a sua origem some-se nas trevas dos tempos que já lá vão há muito: mas a febre lenta que costuma devorar os gigantes de mármore e de granito, o tempo, coou-lhe pelos membros, e o antigo alcácer das eras dos reis de Leão desmoronou-se e caiu.
Ainda no século dezassete parte da sua ossada estava dispersa por aquelas encostas: no século seguinte já nenhuns vestígios dele restavam, segundo o testemunho de um historiador nosso. Um eremitério, fundado pelo célebre Egas Moniz, era o único eco do passado que aí restava.
Na ermida servia de altar uma pedra trazida de Ceuta pelo primeiro Duque de Bragança, D. Afonso. Era esta lájea a mesa em que costumava comer Salat-ibn-Salat, último senhor de Ceuta. D. Afonso, que seguira seu pai D. João I na conquista daquela cidade, trouxe esta pedra entre os despojos que lhe pertenceram, levando-a consigo para a vila de Barcelos, cujo conde era.
De mesa de banquetes mouriscos converteu-se essa pedra em ara do cristianismo. Se ainda existe, quem sabe qual será o seu futuro destino?

Serviram os fragmentos do castelo de Faria para se construir o convento edificado ao sopé do monte. Assim se converteram em dormitórios as salas de armas, as ameias das torres em bordas de sepulturas, os umbrais das balhesteiras e postigos em janelas claustrais. O ruído dos combates calou no alto do monte, e nas faldas dele alevantaram-se a harmonia dos salmos e o sussurro das orações.

Este antigo castelo tinha recordações de glória. Os nossos maiores, porém, curavam mais de praticar façanhas do que de conservar os monumentos delas. Deixaram, por isso, sem remorsos, sumir nas paredes de um claustro pedras que foram testemunhas de um dos mais heróicos feitos de corações portugueses.

Reinava entre nós D. Fernando. Este príncipe, que tanto degenerava de seus antepassados em valor e prudência, fora obrigado a fazer paz com os castelhanos, depois de uma guerra infeliz, intentada sem justificados motivos, e em que se esgotaram inteiramente os tesouros do Estado.
A condição principal, com que se pôs termo a esta luta desastrosa, foi que D. Fernando casasse com a filha del-rei de Castela: mas, brevemente, a guerra se acendeu de novo; porque D. Fernando, namorado de D. Leonor Teles, sem lhe importar o contrato de que dependia o repouso dos seus vassalos, a recebeu por mulher, com afronta da princesa castelhana. Resolveu-se o pai a tomar vingança da injúria, ao que o aconselhavam ainda outros motivos.
Entrou em Portugal com um exército e, recusando D. Fernando aceitar-lhe batalha, veio sobre Lisboa e cercou-a. Não sendo o nosso propósito narrar os sucessos deste sítio, volveremos o fio do discurso para o que sucedeu no Minho.

O Adiantado de Galiza, Pedro Rodriguez Sarmento, entrou pela província de Entre-Douro-e- Minho com um grosso corpo de gente de pé e de cavalo, enquanto a maior parte do pequeno exército português trabalhava inutilmente ou por defender ou por descercar Lisboa.
Prendendo, matando e saqueando, veio o Adiantado até as imediações de Barcelos, sem achar quem lhe atalhasse o passo; aqui, porém, saiu-lhe ao encontro D. Henrique Manuel, conde de Ceia e tio del-rei D. Fernando, com a gente que pôde ajuntar.
Foi terrível o conflito; mas, por fim, foram desbaratados os portugueses, caindo alguns nas mãos dos adversários.

Entre os prisioneiros contava-se o alcaide-mor do castelo de Faria, Nuno Gonçalves. Saíra este com alguns soldados para socorrer o conde de Ceia, vindo, assim, a ser companheiro na comum desgraça. Cativo, o valoroso alcaide pensava em como salvaria o castelo del-rei seu senhor das mãos dos inimigos.
Governava-o em sua ausência, um seu filho, e era de crer que, vendo o pai em ferros, de bom grado desse a fortaleza para o libertar, muito mais quando os meios de defensão escasseavam.
Estas considerações sugeriram um ardil a Nuno Gonçalves. Pediu ao Adiantado que o mandasse conduzir ao pé dos muros do castelo, porque ele, com as suas exortações, faria com que o filho o entregasse, sem derramamento de sangue.

Um troço de besteiros e de homens d'armas subiu a encosta do monte da Franqueira, levando no meio de si o bom alcaide Nuno Gonçalves. O Adiantado de Galiza seguia atrás com o grosso da hoste, e a costaneira ou ala direita, capitaneada por João Rodrigues de Viedma, estendia-se, rodeando os muros pelo outro lado.
O exército vitorioso ia tomar posse do castelo de Faria, que lhe prometera dar nas mãos o seu cativo alcaide.

De roda da barbacã alvejavam as casinhas da pequena povoação de Faria: mas silenciosas e ermas. Os seus habitantes, apenas enxergaram ao longe as bandeiras castelhanas, que esvoaçavam soltas ao vento, e viram o refulgir cintilante das armas inimigas, abandonando os seus lares, foram acolher-se no terreiro que se estendia entre os muros negros do castelo e a cerca exterior ou barbacã.

Nas torres, os atalaias vigiavam atentamente a campanha, e os almocadens corriam com a rolda 1 pelas quadrelas do muro e subiam aos cubelos colocados nos ângulos das muralhas.

O terreiro onde se haviam acolhido os habitantes da povoação estava coberto de choupanas colmadas, nas quais se abrigava a turba dos velhos, das mulheres e das crianças, que ali se julgavam seguros da violência de inimigos desapiedados.

Quando o troço dos homens d'armas que levavam preso Nuno Gonçalves vinha já a pouca distância da barbacã, os besteiros que coroavam as ameias encurvaram as bestas, e os homens dos engenhos prepararam-se para arrojar sobre os contrários as suas quadrelas e virotões, enquanto o clamor e o choro se alevantavam no terreiro, onde o povo inerme estava apinhado.


Um arauto saiu do meio da gente da vanguarda inimiga e caminhou para a barbacã, todas as bestas se inclinaram para o chão, e o ranger das máquinas converteu-se num silêncio profundo.

- "Moço alcaide, moço alcaide! - bradou o arauto - teu pai, cativo do mui nobre Pedro Rodriguez Sarmento, Adiantado de Galiza pelo mui excelente e temido D. Henrique de Castela, deseja falar contigo, de fora do teu castelo."

Gonçalo Nunes, o filho do velho alcaide, atravessou então o terreiro e, chegando à barbacã, disse ao arauto - "A Virgem proteja meu pai: dizei-lhe que eu o espero."

O arauto voltou ao grosso de soldados que rodeavam Nuno Gonçalves, e depois de breve demora, o tropel aproximou-se da barbacã. Chegados ao pé dela, o velho guerreiro saiu dentre os seus guardadores, e falou com o filho:

"Sabes tu, Gonçalo Nunes, de quem é esse castelo, que, segundo o regimento de guerra, entreguei à tua guarda quando vim em socorro e ajuda do esforçado conde de Ceia?"

- "É - respondeu Gonçalo Nunes - de nosso rei e senhor D. Fernando de Portugal, a quem por ele fizeste preito e menagem."

- "Sabes tu, Gonçalo Nunes, que o dever de um alcaide é de nunca entregar, por nenhum caso, o seu castelo a inimigos, embora fique enterrado debaixo das ruínas dele?"

- "Sei, oh meu pai! - prosseguiu Gonçalo Nunes em voz baixa, para não ser ouvido dos castelhanos, que começavam a murmurar. - Mas não vês que a tua morte é certa, se os inimigos percebem que me aconselhaste a resistência?"

Nuno Gonçalves, como se não tivera ouvido as reflexões do filho, clamou então: - "Pois se o sabes, cumpre o teu dever, alcaide do castelo de Faria! Maldito por mim, sepultado sejas tu no inferno, como Judas o traidor, na hora em que os que me cercam entrarem nesse castelo, sem tropeçarem no teu cadáver."

- "Morra! - gritou o almocadem castelhano - morra o que nos atraiçoou." - E Nuno Gonçalves caiu no chão atravessado de muitas espadas e lanças.

- "Defende-te, alcaide!" - foram as últimas palavras que ele murmurou.

Gonçalo Nunes corria como louco ao redor da barbacã, clamando vingança. Uma nuvem de frechas partiu do alto dos muros; grande porção dos assassinos de Nuno Gonçalves misturaram o próprio sangue com o sangue do homem leal ao seu juramento.

Os castelhanos acometeram o castelo; no primeiro dia de combate o terreiro da barbacã ficou alastrado de cadáveres tisnados e de colmos e ramos reduzidos a cinzas.
Um soldado de Pedro Rodriguez Sarmento tinha sacudido com a ponta da sua longa chuça um colmeiro incendiado para dentro da cerca; o vento suão soprava nesse dia com violência, e em breve os habitantes da povoação, que haviam buscado o amparo do castelo, pereceram juntamente com as suas frágeis moradas.

Mas Gonçalo Nunes lembrava-se da maldição de seu pai: lembrava-se de que o vira moribundo no meio dos seus matadores, e ouvia a todos os momentos o último grito do bom Nuno Gonçalves - "Defende-te, alcaide!"

O orgulhoso Sarmento viu a sua soberba abatida diante dos torvos muros do castelo de Faria. O moço alcaide defendia-se como um leão, e o exército castelhano foi constrangido a levantar o cerco.

Gonçalo Nunes, acabada a guerra, era altamente louvado pelo seu brioso procedimento e pelas façanhas que obrara na defensão da fortaleza cuja guarda lhe fora encomendada por seu pai no último trance da vida.
Mas a lembrança do horrível sucesso estava sempre presente no espírito do moço alcaide. Pedindo a el-rei o desonerasse do cargo que tão bem desempenhara, foi depor ao pé dos altares a cervilheira e o saio de cavaleiro, para se cobrir com as vestes pacificas do sacerdócio.
Ministro do santuário, era com lágrimas e preces que ele podia pagar a seu pai o ter coberto de perpétua glória o nome dos alcaides de Faria.

Mas esta glória, não há hoje ai uma única pedra que a ateste. As relações dos historiadores foram mais duradouras que o mármore.

Por Joaquim Moedas Duarte
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A grande ilusão


Em fins de Agosto, o dr. Miguel Beleza deu uma entrevista ao jornal i em que dizia o seguinte: “Os russos não podem entrar na Ucrânia como se fosse uma política de terra queimada (…). As relações comerciais entre a Europa e a Rússia são de tal maneira estreitas que é altamente improvável qualquer intervenção militar. Quando as relações económicas são muito estreitas, não há interesse maior em haver guerra. Ninguém quer fazer guerra a quem nos dá o ganha-pão.”


O dr. Miguel Beleza goza de uma enorme reputação como economista e foi, entre outra coisas, ministro das Finanças do dr. Cavaco e governador do Banco de Portugal. No Verão gosta de comer e dormir. De quando em quando não se importa também de comunicar à plebe os seus pensamentos sobre o mundo.

Para azar dele, em 1911, saiu um livro que se tornou universalmente conhecido: A Grande Ilusão, de Norman Angell. O Czar leu o livro, o Kaiser leu o livro, toda a gente leu o livro, que trazia uma inesperada consolação a uma Europa tensa e pouco segura. Que “grande ilusão” era essa? Era a ilusão de que as potências da Europa, incluindo a Rússia, estavam na iminência de uma guerra geral. Contemplando com desprezo esse erro universal, Angell explicava que a interdependência económica e financeira das potências não lhes permitia qualquer acto de hostilidade grave sem se arruinarem, porque sem excepção precisavam (mesmo as mais fortes) de um “ambiente” previsível e pacífico para alargar os seus mercados e principalmente conseguir investimento estrangeiro.

Angell, o contrário de Beleza, não tinha o menor prestígio académico ou político. Fora cowboy, criador de porcos, pesquisador de ouro e jornalista. Não passava, em resumo, de um autodidacta, que seria injurioso comparar com a persona sabedora e grave de Miguel Beleza. De qualquer maneira, bastaram uns meses para se verificar o engano monstruoso de Angell. 

Um erro que vinha de confundir economia e finanças com necessidade política. As potências arrasaram a Europa e, de caminho, a elas próprias sem a mais vaga hesitação. É curioso que no momento em que a “Europa” se desfaz e demonstra a sua fraqueza no Médio Oriente e na Ucrânia, e em que vários regimes seculares (o Reino Unido, a França, a Espanha e até Portugal) tremelicam à beira da falência, se volte a falar, embora discretamente, da “grande ilusão”. E logo pela boca de um economista

Vasco Pulido Valente ( Público)
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UZI: A arma mais usada


Foi notícia mundial a morte do instrutor de tiro que morreu baleado na cabeça, acidentalmente, por uma aprendiz de nove anos de idade, nos EUA, enquanto esta recebia explicações sobre como utilizar uma arma de disparo automático, no caso uma UZI. Pois bem, vejamos a capacidade desta arma:
Consegue disparar 600 tiros por minuto numa área de 200 metros de alcance efectivo (área onde ocorre a maioria das mortes por uma arma), a sub-metralhadora UZI é campeã de preferência entre as forças armadas do planeta. Foi comercializada para 90 países. Grupos de controlo de armas indicam que há mais de 10 milhões de unidades espalhadas pelo mundo.

Especificações
Peso 3,5 kg - Comprimento 470mm (coronha recolhida) - 650mm (coronha estendida) -Calibre 9 mm Parabellum, 22 LR, .45 ACP, .41AE - Cadência de tiro 600tpm - Velocidade de saída ~400m/s - Alcance efetivo ~200m - Sistema de suprimento carregadores de 10 (.22 e 41AE), 16 (45ACP) 20, 32 ou 40 munições - País de origem: Israel.
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Seguro NÃO promete baixar impostos


António José Seguro, líder do Partido Socialista (PS), garante que não vai aumentar os impostos caso seja eleito primeiro-ministro. “Não vou aumentar nem o IRS, nem o IVA e o IRC será mantido na próxima legislatura de acordo com a reforma que foi feita”, disse o líder do PS em entrevista ao Diário Económico. 
Pode ter de fazer ajustes no IVA de forma a tornar o imposto mais justo e coerente, mas não pode garantir que vai baixar os impostos. 

“Não faço promessas dessas. Prefiro jogar pelo seguro.” Promete, no entanto, que vai lutar para recuperar o rendimento dos portugueses.

RESUMINDO:
Em português entendível, concluímos que Pedro Passos Coelho tem feito o que era imperativo fazer, com a tal maldita reforma feita contra todos nós.

Ou seja, se o PS estivesse no governo teria necessidade de fazer exactamente o mesmo, quiçá pior, que Passos Coelho tem feito, de contrário, ou se assim não houvesse necessidade de sacrificar o martirizado povo português, a primeira coisa que um futuro governo PS faria, era baixar imediatamente esta maldita carga de impostos principalmente aos pensionistas e reformados!

Curiosa declaração de António José Seguro, que o outro António, sabendo que o primeiro António tem razão, nem comenta para não azedar os seus simpatizantes!

Ficamos a saber  “PORTANTO”, que Pedro Passos Coelho fez o trabalho sujo que tinha de ser feito,…Para agora quem vier a seguir, não ter o ónus da culpa, e desagrado das decisões até agora tomadas.

Estamos esclarecidos….Obrigado!
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28.8.14

A fragata D. Fernando II e Glória

. 28.8.14


A Fragata "D.Fernando II e Glória", o último grande navio à vela da Marinha Portuguesa e também a última "Nau" a fazer a chamada "Carreira da Índia" – verdadeira linha militar regular que, desde o século XVI e durante mais de 3 séculos, fez a ligação entre Portugal e aquela antiga colónia – foi o último grande navio que os estaleiros do antigo Arsenal Real de Marinha de Damão construíram para a nossa Marinha.


A Fragata recebeu o nome de "D.Fernando II e Glória", não só em homenagem a D.Fernando Saxe Coburgo Gota, marido da Rainha D.Maria II, mas também por ter sido entregue à protecção de Nossa Senhora da Glória, de especial devoção entre os goeses.

O navio embora construído pelos planos duma fragata de 50 peças, foi de início preparado para receber 60 bocas de fogo, tendo em 1863 / 65 sido transformado para receber só 50, 22 no convés e 28 na bateria. A lotação do navio variava consoante a missão a desempenhar, indo do mínimo de 145 homens na viagem inaugural ao máximo de 379 numa viagem de representação.

A Fragata tinha boas qualidades náuticas e de habitabilidade, designadamente no que se refere a desafogo das instalações, aspecto este de suma importância numa época em que ainda se faziam viagens, sem escala, de 3 meses, com 650 pessoas a bordo, incluindo passageiros.

A viagem inaugural, de Goa para Lisboa, teve lugar em 1845, com largada em 2 de Fevereiro e chegada ao Tejo, em 4 de Julho. Desde então, foi utilizada em missões de vários tipos até Setembro de 1865, data em que substituiu a Nau Vasco da Gama, como Escola de Artilharia, tendo ainda, em 1878, efectuado uma viagem de instrução de Guarda-Marinhas aos Açores, que foi a sua última missão no mar, onde teve a oportunidade de salvar a tripulação da barca americana "Laurence Boston" que se incendiara.

Durante os 33 anos em que navegou, percorrendo cerca de 100 mil milhas, correspondentes a quase 5 voltas ao Mundo, a "D.Fernando", como era conhecida, provou ser um navio resistente e de grande utilidade, tendo efectuado numerosas viagens à Índia, a Moçambique e a Angola para levar àqueles antigos territórios portugueses unidades militares do Exército e da Marinha ou colonos e degredados, estes últimos normalmente acompanhados de familiares. Chegou até a levar emigrados políticos espanhóis para os Açores.

De entre as missões que lhe foram confiadas, destacam-se a participação como navio-chefe de uma força naval na ocupação de Ambriz, em Angola, que em 1855 se revoltara por instigação da Inglaterra, e, ainda, a colaboração na colonização de Huíla em que, como navio de guerra, teve a insólita e curiosa missão de transportar ovelhas, cavalos e éguas do Cabo da Boa Esperança para Moçamedes (Angola), numa real missão de serviço público. Colaborou, ainda, com o grande sertanejo António Silva Porto, transportando, em 1855, os seus 13 pombeiros da ilha de Moçambique para Benguela, depois destes terem completado a travessia de África, de Benguela à costa de Moçambique.

Em 1889 sofreu profundas alterações para melhor servir como Escola de Artilharia Naval, substituindo-se a antiga e airosa mastreação por três deselegantes mastros inteiriços, com vergas de sinais e construindo-se dois redutos a cada bordo para colocação de peças de artilharia modernas, para instrução, utilização que cessou em 1938.

Em 1940, não estando já em condições de ser utilizada pela Marinha, iniciou uma nova fase da sua vida, passando a servir como sede da "Obra Social da Fragata D.Fernando", criada para recolher rapazes oriundos de famílias de fracos recursos económicos, que ali recebiam instrução escolar e treino de marinharia, até que, em 1963, um violento incêndio a destruiu em grande parte.




Recuperação da Fragata

Este belo veleiro, que durante anos foi um verdadeiro ex-libris do Tejo e serviu de modelo a muitos pintores, como o Rei D.Carlos, esteve no estuário deste rio encalhado e adornado sobre bombordo, durante 3 décadas, teimando em mostrar que o desgaste natural do tempo se devia sobrepor ao esquecimento dos homens.

Em 1990 foi assinado um Protocolo entre a Marinha e a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, com o objectivo de se levar por diante a recuperação da Fragata "D.Fernando", projecto que foi confiado à Marinha, tendo sido o Arsenal do Alfeite encarregado de executar a obra.

Este projecto, considerado pelo Governo como de interesse cultural e enquadrado na Lei do Mecenato, foi de imediato alvo de interesse de muitas empresas e instituições, que, em conjunto com o Estado Português, apoiaram financeiramente a reconstrução da Fragata.

Em Janeiro de 1992 o casco do navio foi removido do local onde se encontrava e transportado, em Setembro de 1992, numa doca flutuante para o estaleiro da "Ria-Marine", em Aveiro, para efectuar o restauro estrutural. Estes trabalhos que foram dados por concluídos, em 08 de Abril de 1997, com o lançamento à água da D.Fernando.

Esta seguiu, depois a reboque, para o Arsenal do Alfeite onde foi feito o aprestamento e o apetrechamento museológico, última fase do projecto de recuperação da Fragata, que foi aumentada ao efectivo dos navios da Armada em 28 de Abril de 1998.

A "D. Fernando" foi entregue ao Museu de Marinha e figura, em cais próprio, na Expo'98, no ano que marca a chegada de Vasco da Gama à Índia, por mar.

Como museu vivo que se pretende que seja, a Fragata "D.Fernando II e Glória", para além do apetrechamento próprio de um veleiro do séc. XIX e da reconstituição de cenas da vida de bordo dessa época, vai poder ser utilizada como local de exposições temporárias, de concertos e conferências, utilizando-se para isso o convés, a coberta e a bateria do navio. Serão privilegiadas para a utilização destes espaços as entidades, organismos e empresas que, com o seu contributo financeiro ou de outra natureza, ajudaram a tornar possível este projecto.

A Fragata "D.Fernando" irá ser pois um testemunho eloquente da brilhante história marítima portuguesa, orgulho para as gerações actuais e um exemplo para as gerações futuras.
texto: http://www.cidadevirtual.pt/





Entre na D.Fernando II, nesta compilação de imagens de uma visita à fragata:

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A verdade sobre a Despesa do Estado

Meus Prezados Amigos,
Um pouco farto de ver e ouvir certas histórias, que pressentia, mal contadas, e decidi-me a fazer as minhas contas a partir das Fontes Oficiais (INE e EUROSTAT).
Tem sido dito que os Pensionistas e os Reformados, junto com as Despesas de Pessoal do Estado, significariam, em conjunto, cerca de 75% a 78% das Receitas Públicas, fui então verificar. Ora sendo eu um cidadão preocupado com o desenvolvimento do meu País e com o Bem-Estar dos portugueses, achei que este número, a ser verdade, seria muito elevado e traria restrições severas a uma Política de Desenvolvimento e de Crescimento a Portugal.

Mas depois de tanto ouvir, comecei a achar estranho que estes números fossem repetidos até à exaustão. E decidi investigar eu próprio da veracidade de tais números.
Eis os Resultados:

QUADRO nº 1 - Pensões e Reformas
(Unidade: mil milhões de euros)
PENSÕES/Reformas
2011
2012
2013
P.I.B.
237,52 €
212,50 €
165,67 €
PENSÕES
13,20 €
13,60 €
14,40 €
Peso % - s/ PIB
5,56%
6,40%
8,69%
Total de Receitas
77,04 €
67,57 €
72,41 €
Peso % - s/ T. Receitas
17,13%
20,13%
19,89%

Meu comentário:
Qual não foi o meu espanto quando face a “doutas” opiniões de Economistas do Regime, de Jornalistas (ditos de economia) e de Políticos em que todos coincidiam em que esta Rubrica rondaria os 30% a 35% das Receitas do Estado e cerca de 15% a 17% do PIB, vim a verificar os resultados do Quadro nº 1 que acima publico.

Isto é: as Reformas e as Pensões, mesmo numa Economia em Recessão, significaram entre os 20,13% e os 19,89%, sobre as receitas totais do Estado. Muito longe, portanto, dos anunciados 30% a 35%. 
Mas se a análise for feita sobre o PIB então o seu significado variou, repito num quadro de uma Economia em Recessão, entre os 8,69% e os 5,56%. Portanto muito longe do anunciado pelos “especialistas”.

A coberto dessas pretensas “realidades” foram cometidos os mais soezes ataques a esta parte da população portuguesa. Parafraseando o Prof. Doutor Adriano Moreira – “estamos em presença de um esbulho”.

NOTA: Por uma questão de educação não quero adjectivar mais as declarações sobre a matéria da Srª Ministra das Finanças e seu antecessor, nem do Sr. 1º Ministro, já que os restantes declarantes deixaram de me merecer qualquer respeito.

QUADRO nº 2 - Despesas com Pessoal do Estado
(Unidade: mil milhões de euros)
PESSOAL
2011
2012
2013
P.I.B.
237,52 €
212,50 €
165,67 €
Despesas c/ Pessoal
11,30 €
10,00 €
10,70 €
Peso % - s/ PIB
4,76%
4,71%
6,46%
Total de Receitas
77,04 €
67,57 €
72,41 €
Peso % - s/ T. Receitas
14,67%
14,80%
14,78%

Meu comentário:
Devo confessar que aqui, nesta rubrica, o meu espanto ainda foi maior, dada a prolixa comunicação sobre este tema proferida pelos actores acima referidos.
E feitas as contas, (quadro nº 2 acima), e juntando então os dois, os resultados são na verdade os seguintes:

Quadro nº 3 – Pensões e Reformas + Custos c/ Pessoal
(Unidade: mil milhões de euros)
PENSÕES + Desp. PESSOAL
2011
2012
2013
P.I.B.
237,52 €
212,50 €
165,67 €
PENSÕES + Desp. PESSOAL
24,50 €
23,60 €
25,10 €
Peso % - s/ PIB
10,31%
11,11%
15,15%
Total de Receitas
77,04 €
67,57 €
72,41 €
Peso % - s/ T. Receitas
31,80%
34,92%
34,66%

Ou seja: 
a SOMA das Pensões e Reformas com as dos Custos de Pessoal do Estado, somam (numa Economia em Recessão) entre os 34,92% (incluindo aqui as indemnizações de mútuo acordo das rescisões então efectuadas) e os 31,80% sobre as Receitas Totais do Estado; e entre 15,15% (incluindo aqui as indemnizações de mútuo acordo das rescisões então efectuadas) e os 10,31% sobre o Produto Interno Bruto.

OU SEJA:
Menos de Metade dos números anunciados pelo Sr. 1º Ministro e seus Ministros das Finanças, para falar de actores políticos relevantes, deixando de lado as personalidades menores que pululam nas Televisões, Rádios e Imprensa escrita que passei assim a tratar dada a sua falta de seriedade intelectual. E a coberto disto se construiu uma Política do agrado do Sistema Financeiro, por razões e números que aqui não vou referir, e dos Credores (por razões que aqui também me dispenso de enumerar).

CONCLUSÃO:
Estamos a ser enganados deliberadamente por pessoas que têm e prosseguem uma filosofia política bem identificada e proveniente dos teóricos da Escola de Chicago (a Escola Ultra Liberal), apesar de um dos seus maiores expoentes, o Sr. Alan Greenspan – ex- Governador do FED (Reserva Federal Norte-americana) ter pedido desculpa por ter acreditado nela e ter permitido os desmandos do sector financeiro que nos trouxeram até às crises das Dívidas Soberanas, embora ajudados pela subserviência, incúria e incompetência de boa parte das classes políticas ocidentais.

Espero ter sido útil neste meu escrito. Na verdade sendo um homem da Direita Conservadora o meu primeiro Partido é Portugal. Os Partidos Políticos são, para mim, apenas Instrumentos para o engrandecimento de Portugal. Se não cumprirem esta missão então, para mim, não servem para nada. E vejo, com extremo desgosto, o meu próprio Partido – o CDS-PP, metido nesta situação degradante para Portugal e para os Portugueses sabendo que há alternativas. E acima de tudo odeio a mentira.

Está na hora, na minha opinião, de reformar e modificar o sistema político vigente, sob pena de irmos definhando enquanto Nação Independente.

Com os meus melhores cumprimentos

Miguel Mattos Chaves
Gestor, Doutorado em Estudos Europeus (dominante: Economia) Auditor de Defesa Nacional
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Viva Portugal, a corrupção e o resto da canalha!

As negociatas ruinosas da banca que todos pagamos. Devedores perdoados?

A mesma banca (BES e BCP) que o governo tem vindo a financiar com o dinheiro dos nossos impostos e dos nossos descontos, vai perdoar uma dívida de 190 milhões de euros a Joaquim Oliveira para salvar o seu grupo de comunicação social. Um grupo para onde vai entrar também com 14% do capital, o genro de Cavaco Silva. O tal Luís Montez que estava cheio de dividas mas continua a ter muitos milhões para investir e comprar património nacional em saldo.

O descaramento é ilimitado, a banca continua a servir para branquear as transferências do dinheiro público para os privados. Os nossos impostos continuam a ser usados para ajudar e mesmo para salvar os incompetentes da ruína. Os negócios ruinosos da banca, podem aparentar irresponsabilidade ou incompetência, mas como são apoiados pelo estado, não há perigo. Há sempre muitos milhões de contribuintes que pagam a irresponsabilidade e a incompetência, neste país do regabofe.

Controlinveste: 190 milhões de dívida convertidos em 30% de capital. (2013)
BES e BCP, mãos largas, perdoam...

"Joaquim Oliveira (29%), António Mosquito (27%) e Luís Montez (14%), em conjunto com BES e BCP, serão os novos acionistas do grupo Controlinveste. O acordo para reestruturar a área de media do Grupo Controlinveste deve ficar fechado até ao fim desta semana.
A nova sociedade (que poderá ser uma nova holding) terá a participação do BES e do BCP, que convertem 190 milhões de euros de dívida em 30% do capital (15% para cada entidade financeira). O grupo terá que gerir um remanescente de dívida bancária de 40 milhões de euros.

Joaquim Oliveira permanece como o maior acionista individual, mas vê a sua percentagem consideravelmente reduzida passando dos atuais 100% para apenas 29% do capital. No grupo, entram dois novos acionistas; o empresário angolano, António Mosquito, que deverá injetar 15 milhões de euros, o que lhe dará 27% da nova sociedade, e o português Luís Montez que ficará com 14%. Ontem os vários intervenientes estavam a ultimar o modelo de gestão da futura sociedade que vai controlar, entre outros, o ‘Diário de Notícias’, ‘Jornal de Notícias’ e TSF. Contactada, a Controlinveste optou por não fazer comentários." CM


A ESTRANHEZA DAS NEGOCIATAS
Deixem ver se percebo:
- O Joaquim Oliveira pede emprestado quase 300 milhões de euros para comprar os jornais DN, JN e a TSF, aos bancos BCP e BES!
- O Joaquim não consegue pagar, nem os juros.
- Os bancos perdoam quase 2/3 da divida!
- Outra parte convertida em capital, ficando o Joaquim com uma parte!!!!
- O BCP recebe uma ajuda do governo (isto é de todos nós) de 3 mil milhões de euros! para tapar os buracos do BCP.
Conclusão:
- O Joaquim comprou uma grande empresa, com muita influência política.
- O Joaquim não meteu um tostão seu, na compra, os bancos pagaram por ele.
- O Joaquim Oliveira não pagou a dívida.
- Os bancos faliram.
- Não faz mal, a malta paga!?
- E Joaquim Oliveira continua sócio da empresa, com uma participação qualificada!!!!!!
Ah, esqueci-me de explicar que o Joaquim Oliveira, é dono da SportTv, que manda no futebol, e nenhum banco empenhou as acções dele!!!

Um retrato fiel do nosso país
"Joaquim Oliveira, que nunca fez nada pelo seu país, a não ser viver à custa dele foi nomeado cidadão honorário de Penafiel. O seu irmão António Oliveira, jogador profissional e treinador de futebol com alguns títulos registados, foi completamente ignorado. Viva Portugal, a corrupção e o resto da canalha."
Marinho Neves


As teias de influencia de Joaquim Oliveira

OS INTERESSES NESTE GRUPO

Quem detém os direitos televisivos dos jogos de futebol em Portugal?
A Olivedesportos e a PPTV, duas empresas de Joaquim Oliveira, detêm os direitos de transmissão televisiva dos jogos dos campeonatos profissionais de futebol em Portugal, cedendo-os depois à Sport TV. Um jogo por jornada da Liga é transmitido em canal aberto (actualmente pela RTP) e é precisamente esse encontro semanal que está agora a concurso. A Olivedesportos também detém os direitos do Mundial de futebol, da Liga dos Campeões (a RTP transmite um jogo por semana), da Liga Europa (a SIC tem direito a um jogo por jornada) e da Taça de Portugal (cedidos à TVI).

Quem é o dono da Olivedesportos?
É Joaquim Oliveira (...)

Por que é que os direitos pertencem todos à mesma empresa?
Joaquim Oliveira começou por explorar a publicidade estática nos estádios de futebol. A actividade da Olivedesportos foi depois alargada aos direitos televisivos. Hélder Varandas, presidente da empresa de consultoria Favvus, explica que o dono da Olivedesportos aproveitou a "dependência dos clubes em relação a estas receitas" para negociar contratos plurianuais, ficando com os direitos de todos os jogos na mão. Estes contratos entre as empresas de Joaquim Oliveira e os clubes de futebol têm vindo a ser sucessivamente renovados. A necessidade de dinheiro fresco tem levado os clubes a anteciparem receitas, vendendo os direitos televisivos com grande antecedência.

Mas a Olivedesportos é só um intermediário?
Sim. Grande parte dos jogos é transmitida pela Sport TV, um canal codificado criado em 1998, pela Olivedesportos, RTP e Portugal Telecom. Actualmente é detido pela Zon e Olivedesportos.

O que se passa em Portugal é igual ao que se passa no resto da Europa?
Não. Na maioria dos países europeus também é só um operador a deter os direitos de todos os jogos, mas os clubes negoceiam a venda dos direitos em bloco. Ou seja, é a Liga de clubes que lança um concurso para a venda de todos os jogos do campeonato. Em Portugal, tal como em Espanha, cada clube negoceia individualmente os seus jogos.

Esta venda individual traz vantagens aos clubes?
Os especialistas garantem que não. "Comparando com outras ligas da mesma dimensão, a Olivedesportos paga pouco. Podia pagar mais", afirma Hélder Varandas, apontando como explicação para este facto a "capacidade de negociação frágil dos clubes". Estima-se que Joaquim Oliveira pague anualmente 42 a 45 milhões de euros aos clubes, um valor que é inferior a outras ligas da mesma dimensão da portuguesa, como a turca (260 milhões anuais), holandesa (100 milhões) e grega (54 milhões). A liga inglesa é a mais rentável neste capítulo, recebendo anualmente 1179 milhões de euros, sendo seguida pela italiana (911 milhões), francesa (668 milhões), alemã (412 milhões) e espanhola (240 milhões).

Quando a venda de direitos televisivos é colectiva, os clubes recebem todos o mesmo?
Não. Normalmente, há uma parcela fixa para cada clube. Depois, cada um recebe mais duas parcelas, uma calculada segundo a audiência dos seus jogos e outra mediante a classificação final no campeonato. Isto significa que os clubes mais bem classificados e com mais adeptos recebem mais do que os outros. Publico


MAIS UM DOS ESQUEMAS DESENVOLVIDOS PELOS CORRUPTOS PARA TRANSFERIR DINHEIRO PÚBLICO PARA A BANCA.



Fonte Zita Paiva
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Brasões das ex-colónias


Câmara de Lisboa vai acabar com brasões das ex-colónias no jardim da Praça do Império
O jardim da Praça do Império, em Belém, símbolo da exposição que celebrou a ideia do Portugal pluricontinental durante o Estado Novo, vai perder parte da sua história. A Câmara de Lisboa, responsável pelo espaço, decidiu retirar as composições florais que reproduziam os brasões das ex-colónias e decoravam um friso em torno da Fonte Monumental, por achar que "estão ultrapassados".

Estava a ver que nunca mais. Que nunca mais reparavam nesses elementos obscenos de um passado que Portugal tem de apagar. Viva o Sá Fernandes, o pedagogo. Sabe Deus quantas crianças inocentes aquelas flores já transformaram em fascistas. Mas enfim...há toda uma nova geração para salvar. Agora é apanhar o ritmo e deitarem abaixo aquele Padrão dos Descobrimentos que fica mesmo à frente dos jardins. Sim. Para tirarmos os simbolos do exibicionismo do Estado Novo temos de tirar todos.

PS: Nem eu acredito que o Sá Fernandes seja assim tão tonto. Portanto sobra uma possibilidade. Os jardins exigem talento, tempo e dedicação. O Sá Fernandes não tem jeito. Cortou na coisa e disse a primeira coisa que lhe veio à cabeça. Para variar.
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