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Paulo de Morais: «Nos restaurantes, não é obrigatório o pagamento das entradas»

 ●  23.10.14
  

Nos restaurantes, não é obrigatório o pagamento das entradas, vulgo “couvert”, se estas não tiverem sido encomendadas. A Lei determina que “o consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado (…) não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação”.
O cliente pode até comer e não pagar! Bom Apetite!

Paulo de Morais
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O Esquilo

  
Fantástico e delicioso video comercial.
Na 65 'spot televisivo, seguimos o nosso esquilo, enquanto ele corre pela floresta colhendo nozes e avelãs para a fábrica de chocolate...




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Qual o País da Europa com mais água de mar?

  
A empresa suíça nanoFLOWCELL desenvolveu um protótipo capaz de atingir os 380 quilómetros por hora, acelerar dos zero aos 100 em apenas 2,8 segundos e uma autonomia que pode chegar aos 600 quilómetros. Tudo isto, movido por um novo tipo de baterias que armazena energia numa solução de eletrólitos que se assemelha à água do mar. O resultado é surpreendente: chama-se Quant E-SportLimousine. - Estamos economicamente safos...!

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Não existe solução!

  

Remédio santo


Às primeiras chuvas, Lisboa desapareceu sob as águas. Às segundas chuvas também. Perante a maçada, o que fez o presidente da câmara? António Costa, encarregado da redenção nacional por alguma opinião publicada, passou imediatamente dos atos às palavras e explicou que "não existe solução" para as cheias na capital.
Apenas apoiados em evidências e conhecimento de causa, engenheiros e especialistas afins surgiram logo a seguir com opinião contrária: as inundações são evitáveis se se tomarem as precauções necessárias, as quais por acaso são demoradas, caras e complicadas de transformar em propaganda eleitoral. Cabe-nos decidir se queremos confiar em cientistas ou no afamado autarca. Eu vou pelo autarca.

Confesso-me cansado dos políticos "habituais", aqueles que despejam promessas e respostas milagrosas em cima de todas as circunstâncias. Sentia-se a falta de um político como o dr. Costa, que de resto já passara a campanha das "primárias" do PS a evitar pronunciar-se sobre qualquer assunto. Na altura, muitos tomaram isto a título de estratégia ou calculismo, visto parecer impossível o dr. Costa, que até para desejar "Boa tarde!" se aconselhava com dezassete assessores, não ter um único palpite acerca do que quer que fosse. Estavam enganados: afinal o dr. Costa é mesmo desprovido de ideias e convicções, excepto a de que seria engraçado chegar a primeiro-ministro.

Por mim, anseio pelo radioso dia em que ele alcance o cargo e espalhe franqueza pelos temas do momento.
A dívida pública? Não existe solução.
A despesa do Estado? Não existe solução.
A carga fiscal? Não existe solução.
A fraca produtividade? Não existe solução.
Os salários de miséria? Não existe solução.
O desemprego? Não existe solução.
A tendência inata dos socialistas para espatifar o dinheiro dos outros em "investimentos" portentosos? Não existe solução.
A desvairada crença de que, à semelhança do apetite sexual dos hamsters, a economia se "estimula" por decreto? Não existe solução.
A facilidade com que por cá se promovem rematados irresponsáveis ao estatuto de estadistas? Não existe solução.
A ligeireza com que o bom povo se oferece às mãos dos "estadistas"? Não existe solução.
Portugal? Existe o dr. Costa.
por ALBERTO GONÇALVES, DN
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Outra bancarrota, já a seguir. Será este o nosso destino?

 ●  22.10.14
  

O Diário de Notícias de hoje conta-nos a mais recente tragédia grega a juntar às míticas, da Antiguidade. A nossa vem a caminho e a galope.

Em Março de 1995, prestes a alcançar o poder que um Cavaco exaurido lhe colocou nas mãos, António Guterres tinha uma equipa de 100 nomes para mudar Portugal, saindo do "neoliberalismo" ou coisa que o valesse e caminhando pela vereda esquerda, muito amiga dos pobrezinhos que votam sempre em promessas vãs e são sempre enganados com papas e bolos de benesses irrealizáveis.



O que deu essa aventura do PS de Guterres, seguida logo de outra do extraodinário Inenarrável que se locupletou fartamente de ideias keynesianas e cujos nomes ainda andam por aí, à solta e prestes a voltar ao poder se ganharem as eleições?

Deu uma bancarrota,  em 2011...aliás a terceira em menos de 40 anos.

Guterres, 1 de Dezembro de 2012: “Todos aqueles que exerceram funções em Portugal têm uma responsabilidade, diz Guterres. O antigo primeiro-ministro socialista António Guterres afirmou esta noite de sexta-feira que todos os que exerceram cargos públicos têm "uma responsabilidade" no estado actual do país, reconhecendo a sua parte na "incapacidade tradicional [de Portugal] para competir" com a Europa.
"Todos aqueles que exerceram funções em Portugal têm uma responsabilidade no facto de nós, até hoje, ainda não termos sido capazes de ultrapassar esses défices tradicionais, essa incapacidade tradicional para competir em plano de verdadeira igualdade com os nossos parceiros, nomeadamente no quadro europeu", afirmou António Guterres, em entrevista à RTP sexta-feira à noite.
"Ainda não fomos capazes - e eu próprio porventura também o não fui - de re-situar o país por forma a pudermos garantir aos nossos cidadãos melhores níveis de emprego e de bem-estar", reconheceu o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.


Actualmente, a perspectiva que se depara ao ouvir os 20 economistas que António Costa reuniu numa sala do Parlamento, para "debater ideias" sobre a economia parece muito fácil de antever: outra bancarrota. Está lá o economista Pedro Lains, bem como o assimétrico Vieira da Silva para assegurar tal destino certo. Estão lá vários fautores da última, de 2011 e da qual ainda estamos a pagar as favas, mas que se julgam isentos de responsabilidade nessa matéria, imputável totalmente ao poder do momento que nos "empobrece".  Este discurso obsceno logra aceitação generalizada entre a população.


Não é preciso ser grande adivinho ou profeta para perceber que dali a alguns meses, porque já nem serão anos, os socialistas a governar conduzirão o país a nova bancarrota, como acontece na Grécia. Então, será mesmo o fim de Portugal tal como o conhecemos e o destino parece traçado. Tal e qual a história de Panurgo cujos carneiros se deitaram a afogar ao som dos balidos do carneiro já perdido. Parece inútil argumentar com o senso comum, porque a falta de senso já tomou conta do país.
Publicada por josé 
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Os “gatunos”

  

O país ficou espantado com as penas aplicadas aos réus do processo Face Oculta: mais de 17 anos de prisão efectiva para Manuel Godinho (o dono da sucateira), cinco anos para Armando Vara (grande personagem do PS, antigo ministro e antigo vice-presidente do BCP), cinco para José Penedos (que mandava na REN) e quatro para o filho e cadeia também para mais sete criaturas pouco conhecidas do público informado. Este operoso grupo, segundo o tribunal, é condenado por crimes vários, frequentemente cometidos com a ajuda de uma velha figura jurídica a que se chama por amabilidade “tráfego de influências”, em vez de honesta e francamente “roubo ao Estado”. Os condenados ficaram assombrados com a “severidade” dos juízes, porque a história pregressa desta espécie de aventuras tinha até agora acabado bem: os responsáveis pelo BPN, por exemplo, andam por aí à solta.

Mas seria absurdo que, no empobrecimento geral dos portugueses, Godinho, Vara e companhia se conseguissem salvar em nome da sua póstuma importância. Basta sair de casa para ouvir o que a grande maioria do país pensa realmente deles. Pensa que são “gatunos”. E não vale a pena argumentar: um político ou um homem de negócios é sempre “gatuno”. Como explicar, se não por isso, a miséria envergonhada e quase salazarista em que vivemos? Só pelos “gatunos” que nos vigarizaram e roubaram no Governo, nos bancos, nos milhares de burlas do dia-a-dia. A explicação tem uma parte de verdade. Mas não conta que no pequeno universo indígena, em almoços, em jantares, em conversinhas de escritório, em visitas ao “camarada” ou “companheiro” de partido, de repente promovido a ministro, a fraude continua numa enorme inocência.

Advogados dos réus saíram do tribunal prometendo recorrer. Erro deles. Os juízes não têm a miraculosa imunidade dos santos ao ambiente que é o deles. Partilham em maior ou menor grau os sentimentos, os preconceitos, as fúrias do cidadão comum. Isto não quer dizer que atropelem ou adaptem a lei à sua vontade. Mas quer dizer que a sua benevolência varia. Um tribunal que hoje resolva diminuir ou mitigar as penas de “gatunos” desafia a opinião universal, que de resto ele mesmo aprova. 

É muito difícil resistir às tendências de massa, até quando se tem razão e não há dúvidas. Num caso ambíguo, o que anda no ar invariavelmente prevalece. Enquanto durar o empobrecimento português, as maquinações jurídicas não irão longe.
Por VASCO PULIDO VALENTE (publico) 
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Bêbado sim, mas com classe

  
Às 3 da manhã, um bêbado é detido pela polícia; o agente pergunta: 
- Onde vai a estas horas?

- Vou assistir a uma palestra sobre o abuso do álcool e seus efeitos letais para o organismo, o mau exemplo, as consequências nefastas para a família, bem como a questão da irresponsabilidade absoluta e os problemas que causa no ambiente familiar.
Sem acreditar no que está a ouvir, o agente pergunta-lhe: 
- A sério?...E quem é que vai dar uma palestra a esta hora da madrugada?
- A minha mulher, claro! Assim que eu chegar a casa..
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Taxar os eucaliptais

  

Eu concordo com a "fiscalidade verde", não somente por convicção ecológica mas também pelo alivio, ainda que ligeiro, que os impostos e as taxas verdes podem ter noutros impostos. Acho, porém, lamentável que até agora ninguém tenha proposto um óbvio imposto verde: um imposto sobre os eucaliptais!

De facto, a eucaliptização galopante do País constitui uma séria ameaça à diversidade e à paisagem florestal entre nós, é um predador de recursos hídricos e uma devastadora acendalha dos fogos florestais no País. Um imposto sobre os eucaliptais é por isso justíssimo, para compensar e diminuir as "externalidades negativas" sobre o ambiente.
Além disso, um imposto sobre os eucaliptais (dependendo da taxa do imposto, obviamente) é susceptível de gerar um apreciável rédito para as finanças públicas. Só vantagens, portanto!
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Ao cuidado da ministra Maria Luís

  
Questionada sobre a razão pela qual o Governo não optou por reduzir mais a despesa para manter a meta do défice em 2,5% e apenas colocou a hipótese de aumentar impostos, Maria Luís Albuquerque garantiu que “o esforço de reforma do Estado prossegue” e que se vai conseguir obter “poupanças incrementais”. No entanto, alertou que a parcela sobre a qual se consegue fazer esses cortes é de apenas um quarto da despesa total, deixando claro que o Governo não considera possível, no actual cenário, obter grandes poupanças sem mexer nas pensões e nos salários. “Teremos sucessivamente mais dificuldades em conseguir poupanças adicionais”

Porque não Senhora Ministra começar por aqui, só como exemplo:

1 - O Banco de Portugal (BdP) comprou este mês, com preços a oscilar entre os 30 mil e os 40 mil euros (+IVA),

11 BMWs;
7 Mercedes (3 + 2 + 2 );
2 Lexus (1+1)
1 Volkswagen Sharan 

Feitas as contas, e só nos últimos 12 meses a entidade que tem por missão supervisionar o sistema bancário luso comprou, pelo menos, 21 carros.  -  Fonte 

2 – E porque não por AQUI
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Gasolina mais barata é bónus da América

  
Digamos que a América tem uma nova arma.

Se desta vez a guerra no Iraque e na Síria ou o caos na Líbia não fazem subir o preço dos combustíveis, agradeça aos Estados Unidos. Graças às novas técnicas de extracção, o Texas e o Dacota roubam protagonismo ao Médio Oriente. E, de repente, ao contrário do que era lógico, o preço do barril de petróleo está em queda, mesmo que aviões bombardeiem os Jihadistas e até destruam as refinarias prefabricadas que o Estado Islâmico montou para se financiar.

Depois de ter atingido os 115 dólares em Junho, o crude é agora vendido abaixo dos 85. A grande explicação para a descida, pode ler-se no Financial Times, é o boom da produção americana. Esta atinge os 8,8 milhões de barris por dia, mais 10% do que em 2013 (e mais 80% do que em 2008!). E se falta cumprir-se a profecia de que será o maior país petrolífero, a verdade é que a América já morde os calcanhares da Arábia Saudita e tem a Rússia na mira.

Surpreendente é os membros da OPEP não reduzirem a produção para subir preços. E aqui há explicações económicas, mas outras que têm que ver com a geopolítica. Nas primeiras surge a necessidade de os países do Médio Oriente competirem com o crude americano e também não entravar o débil crescimento mundial. Já as segundas são mais complexas, mas entende-se que nem Arábia nem Koweit queiram guerra de preços com a América quando esta, sua guardiã militar há décadas, tenta acabar com os Jihadistas que antes recebiam apoio desses países.

Sem a soma das duas lógicas, é incompreensível o ligeiro aumento do número de barris sauditas em Setembro, quando os preços já deslizavam, ou a confissão do ministro do Petróleo koweitiano de que não pensa que "haja hoje hipótese de os membros da OPEP reduzirem a produção".

Nenhuma destas monarquias árabes está, porém, com a corda na garganta. O maná petrolífero dos últimos anos permitiu amealhar grandes reservas de divisas, que no caso da Arábia andarão entre 700 e 800 mil milhões de dólares, 20 vezes mais do que as perdas previsíveis.

Que este bónus americano não alivie tanto o bolso dos consumidores como pareceria justo é explicado pela estrutura de preço da gasolina, com o barril a pesar nela menos do que os impostos (mais de 50% em Portugal). Mesmo assim a Economist calcula que o crude baixar dez dólares representa a transferência de 0,5% do PIB global dos países produtores para os outros.

Daí que estas boas notícias para alguns, como os europeus, e más notícias suportáveis para outros (os árabes), possam ser péssimas para a Venezuela ou para a Rússia, como o próprio presidente Putin já admitiu ao queixar-se de que "a economia global vai sofrer se o preço do barril de petróleo continuar nos 80 dólares".

Digamos que a América tem uma nova arma.
Por Leonídio Paulo Ferreira in DN
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O acordar da hibernação (BBC)

 ●  21.10.14
  
Imagens surpreendentes retiradas do Ártico como uma mãe urso que emerge de seu longo sono de inverno com dois recém-nascidos. Imagens de rara beleza, claro está, oferecidas pela BBC 'Planet Earth'

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As contas da PT

  
Qualquer pequena média empresa que vá à falência está sujeita a um processo judicial de apuração das razões que motivaram o fim da sua actividade. O património sobejante responderá perante inevitáveis credores (estado, fornecedores e bancos, por via de regra), o mesmo sucedendo com o património dos seus administradores, que, para além do mais, podem ser criminalmente responsabilizados pelas dívidas e pelos destinos a que conduziram a empresa.

Ora, no caso da PT a situação em que actualmente esta outrora importante empresa se encontra foi resultado de actos claros de gestão, com autores materiais e morais facilmente identificáveis. O estado, através da posição privilegiada que a golden share lhe concedia, tomou decisões para impedir a entrada de novos accinistas e manter o controlo no quadro de referência que acabou por levar a empresa à ruína iminente. 

Estes accionistas de referência terão, por sua vez, movimentado quantias astronómicas de dinheiro sem o consentimento, sequer o conhecimento, dos seus colegas da administração. E a estratégia brasileira, a tal que faria da PT uma empresa global, mais não foi do que uma leviana negociata política, cuja consequência foi a destruição quase total do valor da empresa portuguesa.

Neste estado de coisas, num país com tribunais pejados de pequenos e médios ex-empresários, arruinados pelas contingências do país em que vivem, a cargo com processos judiciais quase sempre de poucas centenas ou milhares de euros, que contas serão pedidas aos accionistas, e aos seus representantes legais, que levaram a PT à situação em que está?
by rui a.

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