Maravilhas de Portugal: Praia da Amoreira - Aljezur

27.5.15



Embarque sobre um cenário de perder a respiração um dos segredos bem mais guardados do Algarve a praia da Amoreira em Aljezur das mais espectaculares e tranquilas praias do Algarve.
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Video Helder Afonso
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A 1ª prova que Salgado mentiu na comissão de inquérito



O ex-líder do BES Ricardo Salgado foi forçado a assinar uma carta em que assume a responsabilidade na manipulação de contas da Espírito Santo International, antiga casa-mãe do GES. A exigência foi feita por um cidadão suíço que trabalhava na Espírito Santo Services e que se recusou a continuar a esconder o passivo - se não houvesse uma declaração formal de Salgado a assumir que a adulteração do balanço da sociedade partia de ordens suas.

Salgado mentiu na comissão de inquérito
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Paulo Morais: «É o que se chama roubar na estrada»



O Presidente da Antral, Florêncio de Almeida, que representa os taxistas, quer que cada serviço de táxi a partir do aeroporto de Lisboa passe a custar, no mínimo, 20 euros. É o que se chama roubar na estrada. Há voos a preços mais baratos.

Paulo Morais
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Imobiliário do Estado: Prejuízos de 6,1 milhões - Paulo Morais

23.5.15


O património imobiliário do Estado é gerido por múltiplas entidades: Parpública, Sagestamo, Estamo, Lazer e Floresta, Baía Tejo… Muitas empresas dispersas, com muitos gestores e maus resultados. O imobiliário do Estado em 2014 desvalorizou 7,5% e as vendas baixaram de 42 milhões para 16. Gerou prejuízos de 6,1 milhões. Pior é impossível.

Paulo Morais
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O negócio dos incêndios cheira a esturro !



Por Sérgio Passos - euacuso13
Segundo se sabe, muito parcialmente, porque o Governo recusa prestar os esclarecimentos cabais dos contratos feitos com os respectivos privados, tem de fazer-se uma pergunta: segundo os 1.500 euros (mais IVA) à hora pagos a cada helicóptero privado, por acaso, não interessará a estas empresas, ou a quem os sub-contrata, que arda o maior número e a maior área de floresta possíveis e pelo maior período de tempo?

Isto é simples, é uma conta de mera aritmética: quanto mais fogos e mais tempo durarem os incêndios mais estas empresas privadas lucram!

O que nós sabemos é que estas empresas privadas que ainda há bem pouco tempo tinham que alugar os seus meios aéreos a empresas estrangeiras, agora já têm enormes frotas próprias de helicópteros, hangares e pavilhões seus, feitos novos e de raiz, e até já possuem aeródromos seus.

E nem falamos aqui de ex-ministros, secretários de estado e altos chefes de serviços públicos, ligados às florestas, à protecção civil e aos bombeiros, que adquiriram fortunas súbitas e que passaram ostentar sinais de riqueza fácil e recente de um dia para o outro.

E porque é que, afinal, o Estado não entrega a actividade e a função de apagar os fogos ao Exército e à Força Aérea, que é uma actividade fundamentalmente de Segurança e Defesa nacionais, tal qual como é o da protecção das nossas fronteiras, dos recursos marítimos ou do mar, ou, e não se vê qualquer diferença, como a da segurança interna pública de pessoas e bens?

Ora, se antes, aos finais dos anos 80, até era mesmo a Força Aérea que combatia com sucesso, aliás assinalável, os incêndios, e possuindo meios e gente formada para tal, que só custam a sua despesa de funcionamento, porque é que deixaram de o fazer e passou-se a entregar esta função, agora com lucros, aos privados?

E quem é que fiscaliza se estas empresas e os seus meios aéreos apagam competentemente os fogos? Se o fazem com a qualidade necessária? Ou se empregam todo o seu esforço e competência para tal?Como se fazem os contratos e como são avaliados os concurso? Etc., etc.

E porque é que os sucessivos Governos não mostram nem sequer publicamente os contratos e não revelam os seus contornos e, tão-pouco, mostram os valores pagos aos privados e os critérios para tanto?

Porque é que os sucessivos Governos têm cortado verbas na prevenção florestal, extinguiram a função de guardas florestais, ou não apoiando e incentivado os pequenos produtores florestais privados, portanto os maiores proprietários da mata nacional, para tratarem e cuidarem da sua florestas, ou tomarem-se medidas antecipadas para proteger e defender previamente as florestas e os recursos naturais?

Ou seja, porque é que o Governo não incentiva a protecção e cuidado com a floresta, ou seja prevenindo e diminuindo os fogos antes da época dos incêndios, mas, de ano para ano, e em vez da prevenção, cada vez mais gasta mais com meios e despesa no combate aos fogos que, continuam a piorar e cada vez mais destroem os recursos nacionais, encurta a floresta e empobrecem o país?

E porque é que a própria floresta da propriedade do Estado também está vetada ao seu completo abandono?

Já agora, a frota de 10 a 15 aviões canadair, meio essencial para combater os fogos e sempre reclamada pelos peritos e bombeiros, orçados em cerca de 200 milhões de euros, porque é que nunca foi adquirida e, ao invés, os Governos deixam a floresta nacional continua a ser destruída facilmente por esta grosseira e criminosa negligência?

Só neste último verão de 2013 já terão ardido da floresta recursos equivalentes de mais de 100 milhões de euros.

Estas são demasiadas e sérias dúvidas, graves interrogações, muitas incertezas, demasiadas ambiguidades e muitas nuvens e, de certeza, permitindo-se demasiados e destrutivos fogos que ardem descontroladamente.

O que sabemos é o lucrativo é concessionado aos privados, mas tudo o que dá prejuízo é suportado pelo Estado e pelo dinheiro dos contribuintes.
Afinal, isto cheira mesmo muito a esturro!

***


ACTUALIZAÇÃO 23-05-2015

Cinco helicópteros Kamov para combate a incêndios estão parados

A Autoridade Nacional de Protecção Civil justifica a paragem com a obrigatória avaliação dos meios por parte da empresa que ganhou o concurso público de operação e manutenção dos aparelhos.

Espera-se que a curto prazo seja possível usar dois ou três dos helicópteros, mas só a 1 de Julho, no início da fase mais crítica de incêndios, se prevê que os cinco kamov estejam operacionais.

Ainda assim, a Protecção Civil diz que o dispositivo actual foi reforçado com mais quatro helicópteros ligeiros e com mais pessoal e viaturas em maior grau de prontidão.
SIC-N
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Proibido usar o véu integral na Holanda

22.5.15


O desrespeito das novas regras será punível com uma coima até 405 euros.

O governo holandês decidiu hoje proibir o uso do véu integral em certos locais públicos, nomeadamente escolas, hospitais e transportes públicos, divulgou o executivo, precisando que o projecto-lei vai ser ainda aprovado pelo parlamento.

"O vestuário que cobre o rosto não será aceite, no futuro, em instituições de educação e de saúde, edifícios governamentais e em transportes públicos", indicou o governo holandês, em comunicado.

A proibição não se aplica ao uso do véu integral na rua, mas apenas "em situações específicas em que é essencial que as pessoas sejam vistas" ou por razões de segurança, afirmou o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, em declarações aos jornalistas, após a reunião do gabinete governamental.

"O projecto-lei não tem qualquer enquadramento religioso", frisou Rutte.

O governo holandês afirmou igualmente que "tentou encontrar um equilíbrio entre a liberdade das pessoas de usarem as roupas que pretendem e a importância de uma comunicação mútua e reconhecível".

Em Julho do ano passado, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem validou a interdição do uso do véu islâmico integral em França, considerando que esta proibição não infringia a liberdade religiosa. A Bélgica e algumas regiões suíças também não autorizam o uso do véu integral.

Recorde-se que a Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país.
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«Portugal gasta mais em juros do que em Educação e Saúde»


Roleta lusa

A forma como o governo lida com a dívida pública está a destruir a economia. Ter o pagamento de empréstimos como primeira das prioridades apenas beneficia o sector financeiro. Em Portugal (ou na Grécia!), é certo que a dívida pública deve ser paga. Mas de forma justa e sustentada. O que significa honrar apenas os créditos contraídos com juros decentes e que geraram investimentos socialmente úteis. E com limites anuais bem definidos.

O que não faz qualquer sentido é manter a situação actual. Hoje, o serviço da dívida é uma das maiores despesas do Estado português, sendo talvez esta rubrica a grande responsável pelo aumento de impostos, pela falência de empresas e pelas dificuldades sentidas pelas famílias. Portugal gasta mais em juros do que em Educação, mais do que no sistema público de Saúde.

É claro que a dívida do Estado deve ser assumida. Mas com muitas reservas. Em primeiro lugar, os contratos celebrados a juros verdadeiramente agiotas, da ordem dos 7%, devem ser reavaliados. Descontados os ganhos ilegítimos, pague-se apenas o remanescente. Por outro lado, empréstimos obtidos de forma equitativa, cujo capital foi aplicado em benefício colectivo, deverão ser pagos.

Mas o esforço de pagamento deve ser limitado a 3% do PIB, à semelhança do que sucede na maioria dos países cumpridores. O que não é admissível é que os portugueses vejam cativa mais de 5% da riqueza criada no país com o serviço de dívida. Aliás, desviar uma fatia exagerada do orçamento para o pagamento de dívidas do passado é profundamente antidemocrático, pois inibe os governos de cumprirem os seus próprios programas, legitimados em eleições. Deverá existir pois uma cláusula que imponha um limite.

Não é admissível que se castigue todo um povo com uma carga fiscal excessiva, pobreza e fome, apenas para pagar dívidas resultantes de governações irresponsáveis. Da mesma forma que não é aceitável que uma família deixe de comer, e seja abandonada à sua má sorte, apenas porque os avós se endividaram a jogar na roleta num qualquer casino.

Paulo Morais
vice-presidente da Associação Cívica Transparência e Integridade


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«Enquanto o povo não der um coice violento, vão continuar a abusar» Marinho Pinto



Marinho Pinto diz que "A culpa é do povo português!" «Enquanto o povo não der um coice violento neste estado de coisas, eles vão continuar a abusar»
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A história que não abriu os telejornais de hoje



Aconteceu saber que hoje, dia 21 de Maio de 2015, um homem da Brandoa foi presente num certo tribunal da Grande Lisboa para 1º interrogatório judicial porque, depois de ter perdido o trabalho, perdeu também a casa e foi despejado. Ao ver-se na rua, fez três assaltos, armado com uma faca que trouxera da casa onde já não habita e, de seguida, entregou-se à polícia. Tendo confessado os crimes, pediu para ser preso, pois não tinha que comer nem onde dormir.
Esta é a história que não abriu os telejornais de hoje, porque o país está melhor e os cofres estão cheios.
por j. manuel cordeiro - aventar
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Paulo Morais: Apontar o dedo ao tráfico de influências tem-me custado processos

Direito de falar

Estranho os sinais exteriores de riqueza de Filipe Menezes, que ostenta a sua quinta do Douro em revistas cor-de-rosa.





Apontar o dedo ao tráfico de influências reinante na política em Portugal tem-me custado alguns processos em Tribunal. São queixas de políticos como Luís Filipe Menezes ou Altino Bessa, de promotores imobiliários como Cerejo Bastos, passando por sociedades de advogados como a Sérvulo Correia ou até pelo Presidente do Tribunal de Contas, Oliveira Martins. As acusações judiciais que promovem, aparentemente ofendidos, acabam por ser apenas uma forma de tentar calar quem denuncia, em voz alta, alguns dos podres do regime.

Há anos que venho expondo, em artigos de opinião aqui no Correio da Manhã, em entrevistas e conferências ou até em livros, situações de corrupção, conflito de interesses ou tráfico de influências.

Estranho os sinais exteriores de riqueza de Menezes, que ostenta a sua quinta do Douro em revistas cor-de-rosa; lamento a inoperância do Tribunal de Contas em casos de reiterada corrupção, como são as parcerias público-privadas (PPP) rodoviárias; condeno que a sociedade que tenha elaborado o Código da Contratação Pública (Sérvulo Correia e Associados) seja paga por trabalho de "outsorcing legislativo" e de seguida facture ainda mais dez milhões em pareceres e consultas. Não considero legítimo que um deputado possa avaliar em nome do povo negócios no sector do imobiliário e construção e tenha interesses pessoais no mesmo sector.

Em todas as situações, os factos que apresento são objectivos e documentados. Podem e devem ser revelados, discutidos e alvos de juízos. A minha opinião sobre cada um dos assuntos, emito-a no uso de um direito constitucional, a liberdade de expressão.

O recurso sistemático aos Tribunais por parte dos visados, para tentarem silenciar a liberdade de expressão, não tem resultado. Em todos os processos até agora concluídos (Oliveira Martins, Sérvulo, Bessa e Bastos), o Tribunal deu-me razão. É bom para mim, claro, mas sobretudo para dar fôlego e terreno ao princípio da liberdade de expressão.

Paulo Morais
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