Portugal Glorioso

O país chora a morte do Pinhal Leiria, mas há actores que prosperam com a desgraça

 ● 23.5.18 0 0  ●


O país chora a morte do PINHAL DE LEIRIA, mas há actores que prosperam com a desgraça.

A 15 de Outubro ardia a quase totalidade (85%) do Pinhal de Leiria.
O incêndio - garantem as autoridades - teve origem em mão criminosa de incendiários. Mas não se conhecem, até hoje, nem os criminosos nem os seus mandantes.

O que já se sabe é quem ganhou com o incêndio: os que estão a adquirir a madeira a preços reduzidíssimos, quem a armazena beneficiando até de subsídios do Estado, quem a comercializa e quem a transporta.

Como estes estão a ter lucros milionários com a desgraça, convinha saber qual a relação que têm com os tais mandantes do crime que ninguém ainda identificou.

Paulo de Morais
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«Portugal está nas mãos das celuloses» Miguel Sousa Tavares

 ● 13.5.18 0 0  ●

"O que está a acontecer no rio Tejo é uma selvajaria absoluta"




Poluição no Tejo:
São três grandes empresas que têm o país na mão.
O maior cancro deste país, e digo isto as vezes que forem necessárias, é a indústria das celuloses e do papel. São três grandes empresas que têm o país na mão. (...) Diz-se que o negócio do papel representa mil e trezentos milhões de exportações, isso não é nada comparado com os danos milionários que causam a Portugal. É uma vergonha o que se passa em Portugal. (Miguel Sousa Tavares)

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Moura Guedes desafia o MP a abrir um inquérito a Pinto Monteiro

 ● 12.5.18 1 1  ●

"São demasiados indícios de aldrabice"



Manuela Moura Guedes desafia o Ministério Público a abrir uma investigação sobre a actuação de Pinto Monteiro, o Procurador-Geral da República durante os mandatos de Sócrates.

Em entrevista à SIC Notícias, a jornalista diz ainda ter medo que afastem Joana Marques Vidal do cargo: "Tenho medo que queiram pôr os patins a Joana Marques Vidal"(...)"São demasiados indícios de aldrabice"(...)"Há nove anos já havia mais do que indícios"(...)"O país inteiro foi cúmplice"(...)"A comunicação social, a opinião pública e o Parlamento ignoraram os indícios"(...)"São demasiados indícios de aldrabice para que alguém não se interrogue".
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«Coro de vergonha ao ver o Presidente aliviado por esta derrota da Justiça» Paulo Morais

 ● 11.5.18 0 0  ●
Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou esta quinta-feira que a transferência para a justiça angolana do processo do ex-vice-presidente angolano Manuel Vicente, arguido na Operação Fizz, faz "desaparecer o irritante" nas relações entre Portugal e Angola.

"A subserviência do regime português face à corrupção do regime angolano", diz Paulo de Morais.



Coro de vergonha ao ver o Presidente do meu País "aliviado" porque a Justiça portuguesa deixou de "ser incómoda" para com Manuel Vicente, ex-vice-presidente de Angola e co-responsável por um dos mais corruptos regimes do mundo.

Com este exemplo de subserviência do regime português face à corrupção do regime angolano, as relações entre Portugal e Angola serão marcadas doravante pela total impunidade face à Justiça.

Está visto que quando a Justiça quiser intervir, terá um "chega pra lá" por parte do Supremo "Magistrado" da Nação" lusa.

Adenda: Soube há minutos que Marcelo e João Lourenço falaram ao telefone e felicitaram-se por esta derrota da Justiça. Pior é impossível!

Paulo de Morais
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Gomes Ferreira divulga lista dos maiores devedores da Caixa e Novo Banco

 ● 5.5.18 0 0  ●

"Importa investigar, sobretudo, os administradores e directores que deram estes créditos. É preciso ver quem pôs a assinatura", diz Gomes Ferreira.


Lista dos maiores devedores da Caixa e do Novo Banco.
PCP, Bloco e CDS querem conhecer os 50 maiores devedores dos bancos portugueses que tenham recebido dinheiro dos contribuintes. Sobre o assunto, José Gomes Ferreira pergunta aos deputados do que estão à espera para chamar essa gente toda? "Importa investigar, sobretudo, os administradores e directores que deram estes créditos. É preciso ver quem pôs a assinatura". (fonte: SICNoticias)

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Joana Amaral ARRASA Eduardo Catroga

 ● 23.4.18 1 1  ●
É preciso ter muito topete e soberba pegajosa para pavonear-se balofo e andar por aí, tal é a impunidade, a jactar-se da riqueza que acumulou à custa de explorar o país. Eduardo Catroga encarna bem o regime pútrido.




(Entrevista na edição 727 da Revista SÁBADO)

Eduardo Catroga deu uma entrevista onde balsou: "Tenho uma base patrimonial de tal forma que podia viver sem ordenado e sem pensões." Enfim, mais um escarro à cara de muitos portugueses que, mesmo com os seus salários, mesmo com as suas pensões, não conseguem (ou mal conseguem) sobreviver.

É preciso ter muito topete e soberba pegajosa para pavonear-se balofo e andar por aí, tal é a impunidade, a jactar-se da riqueza que acumulou à custa de explorar o país.

Mas enfim, não nos devíamos espantar pois este é o fidalgote que se referiu às negociações com a troika como pelos púbicos e que se ofereceu a António Costa para fazer contactos com o mesmo pudor de um sevandija.

Eduardo Catroga encarna bem o regime pútrido. Foi gestor no Grupo Mello, ministro das Finanças de Cavaco Silva e pai das primeiras parcerias-publico-privadas que chupam os cofres públicos. Voltou à vida política após Passos Coelho ter assumido a liderança do PSD, coordenando o Programa de Governo e negociando o memorando da troika.

O acordo foi desastroso e, ainda por cima, cravejado de falhas técnicas, mas claro que, novamente, Catroga não foi alvo de qualquer responsabilização política. Pelo contrário. Na fúria privatizadora da época, entregou a maior fatia da eléctrica portuguesa ao gigante energético China Three Gorges e depois, como não há almoços grátis, foi promovido a Chairman da EDP.

Mais promiscuidade nem numa orgia romana narrada por Petrónio.

Eduardo, Edu, Dudu, agora de saída da empresa, diz que podia viver sem salário. Grande porra. Para além do obeso pé-de-meia que terá encaixado, sai da eléctrica mas continua a trabalhar para regime ditatorial chinês, mantendo o salário que diz não precisar. Aí uns 600 mil ao ano. Já agora, a pensão é cerca de 9 mil por mês. E não, não foi para isto que fizemos o 25 de Abril.

Joana Amaral Dias
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"Não consigo engolir esta lei que o Parlamento aprovou" diz Moita Flores

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Aos dezasseis anos? Um jovem pode decidir mudar de sexo, uma opção definitiva sobre o seu futuro, quando o mesmo Estado não os deixa viajar sem autorização dos pais?



Marcelo prepara-se para vetar lei sobre mudança de sexo aos 16 anos - Divisão no Parlamento no momento da aprovação do diploma também pesa na decisão.

Mudança de sexo aos 16 anos?


Antes de ir ao assunto, devo dizer que sou indiferente às opções sexuais de cada um. Não é pelo sexo, pelo género, pela religião ou pela raça que se mede o mérito ou o demérito de cada um. Ainda por cima acredito que é o direito à diferença que pode potenciar a igualdade e a alteridade cívica.

Dito isto, não consigo engolir esta lei que o Parlamento aprovou. Aos dezasseis anos? Num tempo em que muitos adolescentes ainda estão a descobrir a sua sexualidade, assim como a aprender o mundo? Aos dezasseis anos? Um jovem ou uma jovem pode decidir mudar de sexo, uma opção definitiva sobre o seu futuro, quando o mesmo Estado não lhe permite tirar uma carta de condução? Que não lhe permite votar para os órgãos de soberania? Que impede que seja julgado como um cidadão porque se lhe reconhece responsabilidade atenuada? Que não os deixa viajar sem autorização dos pais ou dos encarregados de educação?

Sou capaz de ser bota de elástico e os nossos deputados, grandes iluminados cujo pensamento não entendo. Não se lhe reconhece capacidade ou discernimento para eleger esses mesmos deputados mas aceita-se discernimento de adolescentes, ainda putos, para mudar de sexo aos dezasseis anos? Isto é normal? É possível. Desculpem qualquer coisinha, mas não compreendo tão grandes inteligências!

Francisco Moita Flores

actualização: 09-05-2018
O Presidente da República vetou esta quarta-feira a lei da Assembleia da República que regula a mudança de género. A nova legislação incluía a possibilidade de esta intervenção se realizar aos 16 anos de idade da pessoa transgénero.
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