Maria José Morgado responde aos advogados de Sócrates

0  ● 29.4.17 0



Morgado rejeita ideia de preso político e teoria de cabala do Ministério Público contra Sócrates, acusação feita pela defesa de Sócrates.
Cabala contra Sócrates? "Ou de os marcianos invadirem Lisboa..."

O director executivo da TIAC, João Paulo Batalha, e a procuradora Maria José Morgado durante um debate na TVI24. (excerto de 2 minutos)


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Segredos do Estado português à mercê do regime angolano?

0  ● 28.4.17 0


Paulo Mota Pinto mantém-se à frente da fiscalização das secretas.
No dia em que o presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, recordou aos representantes dos grupos parlamentares que há eleições para quatro órgãos externos ao Parlamento no dia 12 Maio, o PS comunicou ao PSD que aceita a continuação de Paulo Mota Pinto numa dessas entidades: o conselho de fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa.
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O PS e o PSD confiam a fiscalização dos serviços de informação nacionais a Paulo Mota Pinto, que é simultaneamente membro dos órgãos sociais da NOS, empresa de Isabel dos Santos.
Como é possível deixar os segredos do Estado português à mercê dum homem de confiança de Isabel dos Santos e de seu pai, Eduardo dos Santos, líder do corrupto regime angolano?

Paulo Morais

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Água: Negócio inquinado! Em vias de ser totalmente transferido para privados

1  ● 27.4.17 1


Água: negócio inquinado


A água é a riqueza nacional maior do século XXI. Mas este património colectivo está em vias de ser totalmente transferido para privados.

Nos últimos anos, foram já inúmeros concelhos que alienaram o negócio da distribuição de água, através de malfadadas parcerias público-privadas. Em Paços de Ferreira, Barcelos e muitos outros municípios, os autarcas assinaram contratos ruinosos, garantindo preços elevados na água a pagar pelos consumidores, ao mesmo tempo que se vinculavam a consumos colectivos mínimos. Os cidadãos começam então a suportar preços elevados; e, quando o consumo não atinge os valores previstos, as Câmaras assumem os custos, a título de indemnizações compensatórias. Neste modelo, os cidadãos pagam sempre: de forma directa, enquanto consumidores, ou indirectamente enquanto contribuintes.

Os concessionários privados garantem rendas fixas num negócio em regime de monopólio. Ainda por cima, num serviço de primeira necessidade, de que os cidadãos não podem ser privados. Sabendo disto, os privados renegociarão os contratos sempre em situação de força, face a entidades públicas vulneráveis.

A agravar tudo isto, alguns contratos são celebrados por prazos obscenos. Em Vila Nova de Gaia, a concessão do serviço já vai em vinte e cinco anos e, em Braga, os parceiros privados da empresa municipal AGERE (nomeadamente a DST) têm rentabilidades obscenas garantidas por cinquenta anos! É inaceitável que autarcas eleitos por mandatos de apenas quatro anos possam comprometer os orçamentos municipais ao longo de duas gerações.

A água, que deveria constituir um serviço público essencial, e que constitui até um direito humano, está pois a transformar-se gradualmente num negócio capturado por interesses económicos gananciosos.

Paulo de Morais
http://frentecivica.blogspot.pt/
veja: UE privatiza água em Portugal secretamente!
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«Acho um absurdo a indignação que por aí vai com a tolerância de ponto»

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Não sou católica, pugno pela laicidade e nasci a 13 de Maio.
Feita esta declaração de interesses, acho um absurdo a indignação que por aí vai com a tolerância de ponto concedida a 12/05. As pessoas que estão tão incomodadas com isso deviam também pedir ao governo que rasgue a Concordata, termine com os demais feriados religiosos (25 de Dezembro e Páscoa inclusive) ou mesmo que só goze o feriado 25 de Abril quem for pelos cravos (Teresa Leal Coelho, já foste).

Não simpatizo nadinha com o culto mariano sequer mas, convenhamos, para a generalidade dos católicos portugueses o dia de Fátima (ainda para mais em centenário com Papa) é um dia muito mais importante do que muitos outros feriados religiosos (por exemplo, entre ontem e hoje perguntei a vários católicos se sabem o que é o 15 de Agosto e raspas).
Claro que este ano, ainda para mais sendo a tolerância a uma sexta, António Costa quer mais uns pontos de popularidade. Mas também não é daí que chegará um milagre.

Joana Amaral Dias

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Recorde-se que a deputada socialista Isabel Moreira, através do facebook, criticou a decisão do Governo de decretar tolerância de ponto nos serviços públicos a 12 de Maio, dia em que o Papa Francisco chega a Portugal para o centenário das Aparições de Fátima. A deputada considera que a decisão revela sinais de "imaturidade do regime".



Nuno Moreno  Como já referido, temos um Estado laico, um Governo socialista e, até, de maioria de esquerdas, como nunca existiu no pós-25 de Abril, mas uma população com credo religioso católico, se não maioritário, bastante significativo, e com lastro histórico-cultural que não é de menosprezar. Assim, o Governo demonstra que, ao invés de seguir a sua cartilha ideológica, e de se agarrar ao principio absoluto da laicidade do Estado, optou por respeitar, tolerar, e mostrar boa-vontade, é dizer, conceder, para com uma parte da população portuguesa e da nossa história e cultura, o que, a meu ver, é de aplaudir, e mostra, ao contrário do apregoado neste post, uma maturidade politica acima da média.
(comentário no post de Isabel Moreira)

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Os erros mais comuns de português! Acabe de vez com os «pontapés» na gramática

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Dar erros ortográficos pode ser desagradável mas não é um destino: é possível aprender e corrigir. No entanto, alguns erros, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. Veja os mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles. Para acabar de vez com os "pontapés" na gramática!





1 – “Mal cheiro”, “mau-humorado”.
Mal opõe-se a bem; e mau a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.

2 – “Fazem” cinco anos. 
Fazer, quando exprime tempo, é impessoal: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias.

3 – “Houveram” muitos acidentes.
Haver, como existir, também é invariável: Houve muitos acidentes. / Havia muitas pessoas. / Deve haver muitos casos iguais.

4 – “Existe” muitas esperanças. 
Existir, bastar, faltar, restar e sobrar admitem normalmente o plural: Existem muitas esperanças. / Bastariam dois dias. / Faltavam poucas peças. / Restaram alguns objectos. / Sobravam ideias.

5 – Para “mim” fazer.
Mim não faz, porque não pode ser sujeito. Assim: Para eu fazer, para eu dizer, para eu trazer.

6 – Entre “eu” e você.
Depois de preposição, usa-se mim ou ti: Entre mim e você. / Entre eles e ti.

7 – "Há" dez anos "atrás".
e atrás indicam passado na frase. Use apenas há dez anos ou dez anos atrás.

8 – “Entrar dentro”. O certo: entrar em.
Veja outras redundâncias: Sair fora ou para fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido.

9 – “Venda à prazo”.
Não existe crase antes de palavra masculina, a menos que esteja subentendida a palavra moda: Salto à (moda de) Luís XV. Nos demais casos: A salvo, a bordo, a pé, a esmo, a cavalo.

10 – “Porque” você foi?
Sempre que estiver clara ou implícita a palavra razão, use por que separado: Por que (razão) você foi? / Não sei por que (razão) ele faltou. / Explique por que razão você se atrasou. Porque é usado nas respostas: Ele atrasou-se porque o trânsito estava congestionado.

11 – Preferia ir “do que” ficar.
Prefere-se sempre uma coisa a outra: Preferia ir a ficar. É preferível segue a mesma norma: É preferível lutar a morrer sem glória.

12 – O resultado do jogo, não o abateu.
Não se separa com vírgula o sujeito do predicado. Assim: O resultado do jogo não o abateu. Outro erro: O jornalista prometeu, novas denúncias. Não existe o sinal entre o predicado e o complemento: O jornalista prometeu novas denúncias.

13 – Não há regra sem “excessão”. O certo é excepção.
Veja outras grafias erradas e, entre parênteses, a forma correcta: paralizar” (paralisar), “beneficiente” (beneficente), “xuxu” (chuchu), “previlégio” (privilégio), “vultuoso” (vultoso), “cincoenta” (cinquenta), “zuar” (zoar), “frustado” (frustrado), “calcáreo” (calcário), “advinhar” (adivinhar), “benvindo” (bem-vindo), “ascenção” (ascensão), “impecilho” (empecilho), “envólucro” (invólucro).

14 – Partiu “o” óculos.
Concordância no plural: os óculos, meus óculos. Da mesma forma: Meus parabéns, meus pêsames, seus ciúmes, nossas férias, felizes núpcias.

15 – “Aluga-se” casas.
O verbo concorda com o sujeito: Alugam-se casas. / Fazem-se consertos. / É assim que se evitam acidentes. / Compram-se terrenos. / Procuram-se empregados.

16 – “Tratam-se” de.
O verbo seguido de preposição não varia nesses casos: Trata-se dos melhores profissionais. / Precisa-se de empregados. / Apela-se para todos. / Conta-se com os amigos.

17 – Chegou “em” São Paulo.
Verbos de movimento exigem a, e não em: Chegou a São Paulo. / Vai amanhã ao cinema. / Levou os filhos ao circo.

18 – Atraso implicará “em” punição.
Implicar é directo no sentido de acarretar, pressupor: Atraso implicará punição. / Promoção implica responsabilidade.

19 – Vive “às custas” do pai. O certo: Vive à custa do pai.
Use também em via de, e não “em vias de”: Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.

20 – Todos somos “cidadões”. O plural de cidadão é cidadãos.
Veja outros: caracteres (de carácter), juniores, seniores, pães, alemães, capitães, gângsteres.

21 – A última “secção” de cinema.
Secção significa divisão, repartição, e sessão equivale a tempo de uma reunião, função: secção eleitoral, secção de desporto, secção de brinquedos; sessão de cinema, sessão de pancadas, sessão do Congresso.

22 – Vendeu “uma” grama de ouro.
Grama, peso, é palavra masculina: um grama de ouro, vitamina C de dois gramas. Femininas, por exemplo, são a agravante, a atenuante, a alface, a cal, etc.

23 – “Porisso”.
Duas palavras, por isso, como de repente e a partir de.

24 – Não viu “qualquer” risco.
É nenhum, e não “qualquer”, que se emprega depois de negativas: Não viu nenhum risco. / Ninguém lhe fez nenhum reparo. / Nunca promoveu nenhuma confusão.

25 – A feira “inicia” amanhã.
Alguma coisa se inicia, se inaugura: A feira inicia-se (inaugura-se) amanhã.

26 – Soube que os homens “feriram-se”.
O que atrai o pronome: Soube que os homens se feriram. / A festa que se realizou… O mesmo ocorre com as negativas, as conjunções subordinativas e os advérbios: Não lhe diga nada. / Nenhum dos presentes se pronunciou. / Quando se falava no assunto… / Como as pessoas lhe haviam dito… / Aqui se faz, aqui se paga. / Depois o procuro.

27 – O peixe tem muito “espinho”. Peixe tem espinha.
Veja outras confusões deste tipo: O “fuzil” (fusível) queimou. / “ciclo” (círculo) vicioso, “cabeçário” (cabeçalho).

28 – Não sabiam “aonde” ele estava. O certo: Não sabiam onde ele estava.
Aonde usa-se com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?

29 – “Obrigado”, disse a moça.
Obrigado concorda com a pessoa: “Obrigada”, disse a moça. / Obrigado pela atenção. / Muito obrigados por tudo.

30 – O governo “interviu”.
Intervir conjuga-se como vir. Assim: O governo interveio. Da mesma forma: intervinha, intervim, interviemos, intervieram. Outros verbos derivados: entretinha, mantivesse, reteve, pressupusesse, conviesse, perfizera, entrevimos, etc.

31 – Ela era “meia” louca.
Meio, advérbio, não varia: meio louca, meio esperta, meio amiga.

32 – “Fica” você comigo.
Fica é imperativo do pronome tu. Para a 3.ª pessoa, o certo é fique: Fique você comigo. / Venha pra Caixa você também. / Chegue aqui.


idealgratis.com/curso/ adaptação Portugal Glorioso.
Nota: Esta compilação não está fechada. Participe! Deixe nos comentários outros erros comuns que queira juntar à lista.

Veja: Aprenda a usar a vírgula com 4 regras simples
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Idosa recebe 9,20 euros de reforma e exigem abertura de conta

0  ● 24.4.17 0
Neste contexto, o desespero é total: "Estão a brincar com os idosos. Farto-me de falar, de andar de um lado para o outro e nada... Ninguém me resolve o problema."





É um caso insólito com traços hilariantes, não fora a situação ser demasiado séria. Maria José Rodrigues Abreu tem 67 anos de idade e passou, em Março, a receber a sua reforma da Segurança Social. Acontece que o valor da pensão é a inexplicável quantia de 9,20 euros mensais.

Indignada com a situação, esta idosa, viúva, a residir na Quinta do Leme, já pediu explicações à Segurança Social e outras entidades como junta de freguesia e centros cívicos, mas ninguém lhe resolve o problema e a situação económica em que vive é problemática.

Maria José trabalhou durante largos anos como bordadeira de casa e garante que sempre fez os seus descontos, assim como a própria irmã. Entretanto, interrompeu esta actividade e esteve cinco anos em Inglaterra a prestar serviço sazonal numas estufas. Depois, regressou à Madeira e voltou a trabalhar no sector do bordado. Neste momento, a irmã, com menos anos de trabalho prestado como bordadeira, aufere mais de 300 euros de reforma e ela 9,20 euros.

Vai chegar de Inglaterra

Ao Funchal Notícias, esta cidadã refere que, após solicitar esclarecimentos à Segurança Social, terão dito para aguardar porque "a outra reforma, de Inglaterra, vai chegar..." A nossa interlocutora reage com redobrada indignação: "Vai chegar, quando? As contas para eu pagar e para poder sobreviver podem esperar? E quanto a toda uma vida de descontos como bordadeira, onde é que está a minha reforma justa? Não acham vergonhoso receber apenas 9,20 euros?"

Mas ainda não é tudo. Para poder continuar a receber esta módica quantia, Maria José foi informada de que terá de abrir conta no banco para ser feita a respectiva transferência. Ao balcão, confrontou-se com o pagamento obrigatório das taxas que custam muito mais do que o valor a receber.

Neste contexto, o desespero é total: "Estão a brincar com os idosos. Farto-me de falar, de andar de um lado para o outro e nada... Ninguém me resolve o problema. Estão à espera que eu venha a perder a cabeça e faça uma loucura para ter direito ao que me pertence?"

Após receber dois meses de reforma, 18.40 euros, eis que deixou até de vir este mesmo valor. Falta ter conta no banco para a respectiva transferência. Se requisitar cartão multibanco, a gestão é três vezes superior ao valor da reforma.

Um caso para quem de direito reflectir.

funchalnoticias.net

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Mexia insulta os portugueses: «Electricidade em Portugal não é cara»

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António Mexia não quer o sector da energia como "bode expiatório" para a questão do aquecimento.
A electricidade em Portugal não é cara. A qualidade de construção das casas é que é geralmente fraca. "Se temos hoje um problema de energia, muitas vezes dizem que as pessoas têm um problema de não se poder aquecer, (...) o problema é que as pessoas vivem em casas que, muitas vezes, são inaceitáveis. Que não se use este sector como bode expiatório". (fonte TSF)

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"O preço da electricidade na Finlândia, onde os ordenados são 5 vezes maiores do que em Portugal, é de 0.4498 / kWh. Ou seja, sensivelmente o mesmo que no nosso país. Portanto, a nossa electricidade é 5 vezes mais cara".
(Nuno Chainho)


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